Como tudo na vida, o jogo a dinheiro real pode tornar-se viciante e levar a uma pessoa perder muito tempo nestas casas, mas se tiver o hábito de visitar esporadicamente com amigos para beber um copo ou jogar no casino online e gastar algum dinheiro terá momentos incríveis na sua vida.
O maior casino de Lisboa é sem dúvida o Casino do Estoril, este tem uma grande variedade de jogos contando com poker, blackjack, roleta, dados e várias salas com centenas de máquinas automáticas, conta também com um buffet e bares em cada piso para servir os seus clientes. Também é possível maravilhar-se com alguns eventos que são prestados dentro das suas instalações que podem ser tanto musicais como de dança, entre muitos outros.

Se pretende ir no seu próprio carro este estabelecimento conta com um vasto parque de estacionamento quer dentro do casino quer no seu exterior, sendo rodeado por uma zona verde bastante interessante para passear um pouco e maravilhar-se com as ofertas que esta zona tem para lhe dar.
Também tem acessos de autocarros, comboios e vários táxis disponíveis para o levar a casa.
Este é outro grande casino em Lisboa, tendo sido o primeiro a surgir. É situado no parque das nações, perto do centro comercial Vasco da Gama e conta com 3 andares de jogos, sendo o primeiro o rés-do-chão, tanto o primeiro piso como o segundo estão preenchidos com várias máquinas automáticas com preços bastante variáveis, sendo que no terceiro piso encontrará o buffet que terá disponível para jantar com a sua companhia e as mesas de jogo, sendo que se pretender jogar Poker esta não estará disponível no casino a não ser nas máquinas.
De resto é bastante completo, contando com estacionamento interno e tem várias possibilidades de estacionamento exterior. Está situado numa zona privilegiada sendo que é bastante próximo do rio Tejo e de um dos principais centros comerciais do país, conta também com zona bastante bonita, ideal para passear depois do almoço e a meio da tarde ir divertir-se para o estabelecimento.
Se pretender deixar o carro em casa pode sempre deslocar-se através de autocarros, comboios ou aproveitar a estação de táxis à porta do casino para se deslocar para casa.

Se pretende experimentar a emoção das mesas de jogo, quer sejam estas blackjack, poker, roleta ou outras, pode levar dinheiro vivo consigo e pedir ao “Dealer” para trocar por fichas, estas fichas variam de valor, mas o mínimo é 5€ e podem ir até 2000€.
Se tiver lugar para se sentar aproveite, sente-se e coloque as fichas nos lugares onde pretende apostar, sinta-se livre para questionar o dealer caso surja alguma dúvida, mas é sempre interessante estudar primeiro o jogo antes de ir para o casino para que não faça apostas menos interessantes e perca dinheiro.
Quando estiver satisfeito com as suas jogadas e quiser sair, basta agarrar as fichas que tenha disponíveis e dirigir-se ao balcão de troca onde os colaboradores contaram as fichas e dar-lhe-ão o valor das mesmas em dinheiro vivo.
As máquinas são mais individualistas, cada uma tem um banco à sua frente que permitem ao jogador sentar confortavelmente e colocar dinheiro vivo na mesma que de seguida será convertido em créditos. Os créditos serão sempre convertidos para a aposta mínima da máquina em questão, sendo que se quiser aumentar a aposta terá essa opção nos botões das máquinas.
Quando terminar as suas jogadas e quiser ir embora com o dinheiro acumulado, basta clicar no botão que indica “check out” e terá acesso a um bilhete com o montante dos créditos. De seguida, terá máquinas onde pode colocar esse bilhete e retirar o seu dinheiro, ou poderá dirigir-se ao balcão de troca para que os colaboradores possam dar o seu dinheiro contando-o à sua frente.
]]>Muitos foram os artistas que passaram pelas suas salas de espetáculo e deslumbraram os portugueses durante largos anos, tendo sido construído entre 1963 e 1969, ano que teve a inauguração.
Sendo um dos mais carismáticos teatros de Lisboa, é natural que seja muito requisitado para inúmeras atividades, sendo, portanto, motivo de grande debate se a EGEAC, Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, irá alugar as salas deste teatro a privados.
Esta foi uma estratégia usada pela EGEAC de utilizar as salas de espetáculos que possam não ter tanto movimento como antes e angariar maior fluxo monetário para a construção de novas salas e manutenção das mesmas, mas, esta estratégia não agrada a todos.
Para que possamos ter uma ideia do valor proposto pela camara de Lisboa para uma possível renda, esta teria o valor de 3000€ mensais a quem se candidatasse à utilização do espaço, sendo uma quantia generosa visto a fama e prestígio que esta casa tem.
Sendo um valor elevado para alguns, para outros nem por isso, existem muitas pessoas que consideram esta “jogada” do EGEAC errada e não concordam com a privatização de um dos principais teatros de Lisboa, o que torna ainda mais difícil o avanço com esta decisão.
Felizmente ou infelizmente, no passado ano de 2017 o Teatro teve um marco de viragem na sua história e o avanço do planeamento efetuado pela EGEAC teve lugar, sendo nos dias de hoje gerenciado por privados ao invés da Camara Municipal de Lisboa.

Lisboa conta ainda com outras casas interessantes que fazem concorrência a estas salas, temos por exemplo o teatro do Carmo, da Trindade, Tivoli, entre outros.
O que diferencia bastante nestas salas é o facto de contar com espetáculos temáticos todos os anos, assim como a arquitetura e história que o mesmo oferece aos seus espectadores. Esta casa conta com mais de 50 anos de experiência e caso as paredes falassem com certeza teriam inúmeras histórias para contar.
Esta casa caracteriza-se por ser um lugar onde os artistas que atuam nas suas salas e os espetadores possam refletir sobre o mundo e ter alguma ligação de pensamentos e ideias, focando principalmente em temas atuais que sejam relevantes para a sociedade, usando metodologias multidisciplinares, filmes, espetáculos, tertúlias, intervenções com os espetadores, entre outros.
O que torna um dos principais palcos da cidade e consegue distinguir-se dos restantes por estas temáticas bastante interessantes para os amantes de arte.
Esta casa foi fundada em 1969 como referido anteriormente e prestou homenagem à atriz Maria Conceição de Matos Ferreira da Silva, esta estudou Piano, Arte e Canto no Real Conservatório de Lisboa. Profissionalmente estreou-se no Teatro Nacional D. Maria II em 1907, casando-se em 1913 com o ator Francisco de Carvalho.
Esta entrou nos filmes “As pupilas do Senhor Reitor” (1935) e “A Menina da Rádio” (1944), sendo também escritora das obras “A Tia Engraçada”, “Escola de Mulheres” e “Direitos de Coração”, sendo que a obra “As Memórias da Atriz Maria Matos” foram apenas editadas após a sua morte, dando origem ao nome do Teatro.
]]>Até ao final do ano este cinema com várias peças interessantes e que podem cativar todos os gostos e feitios, exemplos dos mesmos são “Entre Eu e Deus” que passará dia 28 de Outubro, “Samouni Road” no mesmo dia, “Bruno Aleixo – Biografia Não Autorizada” no próximo dia 15 de Novembro e “Will Samson” dia 18 de Novembro, entre muitos outros espetáculos que estão agendados até ao final do ano, sendo a maioria de natureza cinematográfica mas também é possível encontrar peças de teatro e concertos de música.
Algo que caracteriza essencialmente este cinema é a sua diversidade e alternativa das peças que opta facultar ao seu público sendo um dos lemas da casa “Um cinema que vive o presente, não esquecer o passado e projeta o futuro”.

O cinema de São Jorge foi fundado no ano de 1950, tendo sido uma obra do arquiteto Fernando Silva, este ganhou nesse mesmo ano o prémio municipal de arquitetura e nesta altura terá recebido o título de “moderno sem igual” na cidade de Lisboa.
Ao longo dos anos foram várias as entidades de cinema tais como a Lusomundo que tentaram comprar este emblemático cinema, mas todas elas sem sucesso, tendo sido passada a gestão do cinema para a EGEAC no ano de 2003 que continua a governar o mesmo até aos dias de hoje.
No ano de 2007 este sofre obras que vieram a beneficiar as salas 2 e 3 dos cinemas para que estas possam acolher programas mais diversificados como por exemplo concertos musicais, lançamentos de livros e conferências.
Nos dias que decorrem é um cinema que pode ser disponibilizado para variadíssimos fins, basta chegar a um acordo com a EGEAC sendo que após a aprovação, pode apresentar à população portuguesa o que entender, desde que vá de acordo com os princípios e disponibilidades das instalações.
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